8 de abril de 2013

Um História e Duas Versões


Olá pessoal, hoje eu vim falar de uma super cantora que ainda se faz muito presente na minha vida, mesmo após a sua morte - Amy Winehouse.
Desde que me entendo por gente sou apaixonada pela Amy. Quando pequena, devia ser por causa do seu visual, mais tarde por causa de suas músicas. Mesmo sabendo da vida dela em relação aos vícios, eu a idolatrava, não que eu ache isso certo, pois não é. Mas também acho errado julgarmos as pessoas sem ao menos saber por quais situações elas passaram/passam. Afinal, cada um com seu cada um.
Hoje, a vida dela foi contada de duas formas, por duas pessoas diferentes, uma que procurou fatos e depoimentos de amigos e familiares e o outro que foi acusado por muitas pessoas de não ajudar a própria filha.
Uma história e dois livros que foram lançados sobre a vida de Amy, com alguns pontos em comuns e outros... não tão em comuns assim. Um com fatos de até 2008, e o outro até a sua morte.

Livro1:
Amy Winehouse - Biografia



Sinopse: ''Amy Winehouse foi uma das artistas mais contundentes e polêmicas da atualidade. Mesmo após a morte prematura, a cantora e compositora inglesa ainda ocupa posição de destaque no ranking das poucas unanimidades de público e crítica na história da música. Numa carreira meteórica - interrompida em 23 de Julho de 2011, quando foi encontrada morta em sua casa em Camdem Town (Londres) -, produziu dois álbuns extremamente sofisticados - Frank e Back to Black. No primeiro, lançado em 2003, a predominância da sonoridade jazzística faz jus ao título em homenagem a Frank Sinatra. Já no segundo, de 2007, o jazz mistura-se ao soul e recebeu vários prêmios, entre eles o BRIT, Modo (Music of Black Origin), Vodafone Live Award, Q Awards e cinco categorias do Grammy 2008. Além de ter fascinado os intelectuais da mídia especializada com seu estilo clássico, Amy vendeu milhões de discos e estreou na cobiçada lista da Bilboard em 7º lugar entre 200 sucessos. 
Apesar da voz impressionante e da musicalidade de altíssimo nível, a qualidade artística de Amy foi ofuscada por problemas pessoais. Escândalos, drogas, depressão e bulimia começaram a prejudicar sua performance nos palcos e despertaram o interesse das mídias sobre celebridades. 
A biografia, escrita pelo jornalista britânico Chas Newkey-Burden, nos conta não só dos "pé na jaca" da cantora, mas também da época de anonimato, das influências, das escolas artísticas que a formaram, além de críticas dos jornais mais prestigiados do mundo. 
Amy Winehouse - Biografia começa a traçar a história da compositora de "Rehab" a partir de sua família. Seus tios tinham banda de jazz e seu pai adorava Frank Sinatra, Thelonious Monk e Ella Fitzgerald."Aprendi a cantar ouvindo Ella", diz Amy num trecho da biografia. Com 14 anos, a inglesinha ganhou sua primeira guitarra - uma Fender Stratocaster. Desde então, começou a tocar, compor e cantar. Nesta época, ganhou uma bolsa de estudos na Sylvia Young Theatre School, mas foi convidada a sair por mau comportamento. Mais tarde, ingressou na BRIT Performing Arts & Technology School, mas também não durou muito. 
Com a gravação do segundo disco, a fama caótica tem início. Um escândalo por dia, magreza, overdose. E quase esquecem de sua música, uma arte que nunca foi menos do que fantástica. 
Esta edição aborda fatos da trajetória da cantora até 2008.''


Livro2:
Amy - Minha Filha


Sinopse: ''Em um emocionante relato, Mitch Winehouse narra a vida da própria filha, a cantora cujo talento conquistou milhões de fãs no mundo todo em pouquíssimo tempo.Desde a infância, Amy Winehouse se destacou por sua personalidade espirituosa, brincalhona e espontânea. De maneira sincera e comovente, Mitch conta como Amy se tornou uma grande estrela sucumbiu ao vicio das drogas e morreu prematuramente aos 27 anos, em 2011.''

Eu já comprei os dois, só falta chegar (comprado pela internet), e assim que eu acabar de ler eu venho direto pra cá contando tudinho.
Mas apesar de eu ainda não ter lido, é uma história de vida que realmente vale a pena ler, lições de vida.


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